Apresentação do livro "O Novembro que Abril não Merecia"

 

Pode ser uma imagem de texto que diz "ANTÓNIO AVELÃS NUNES PROFESSOR CATEDRÁTICO JUBILADO DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 32 EDIÇÃO REVISTA CASA EM QUE F0I ASSASSINADA BOMBA, NA MADRUGADA DE MSLUWUWWURUOSUEUU 21-5-1976, 21-5- 1976, ROSINDA TEIXEIRA O NOVEMBRO QUE ABRIL NÃO MERECIA"

 

 

No passado dia 28 de março, a Livraria "Lápis de Memórias", em Coimbra, foi palco da apresentação da 3.ª edição revista do livro O Novembro que Abril não Merecia, da autoria do Professor António Avelãs Nunes.
O evento contou com a presença do autor e foi apresentado pelo Major General Jorge Aires, numa sessão presidida pelo Dr. Augusto José Monteiro.
Desde o início, cerca de 40 pessoas marcaram presença, demonstrando o vivo interesse pelo tema e pelo legado histórico que a obra resgata. Foi um momento de reflexão sobre os acontecimentos que marcaram o pós-25 de Abril, reafirmando a importância da defesa dos valores democráticos conquistados com a Revolução.
📚 Para quem deseja adquirir o livro, pode fazê-lo através do link:
 
Pode ser uma imagem de 10 pessoas, pessoas a estudar, livro e a banca de jornais 

 

O livro "O Novembro que Abril não merecia" já vai na terceira edição, revista e aumentada

 


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Este livro merece fazer parte de qualquer biblioteca.

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Condolências pelo falecimento de Daniel Cabrita

 

Aos familiares e amigos do Daniel Cabrita a ACR expressa o seu pesar pela perda de um obreiro e incansável lutador pela defesa das Conquistas de Abril. 

Nas exéquias fúnebres ocorridas a 14 de março no Barreiro a ACR foi representada por Nuno Cavaco membro da Direção da nossa Associação.

 

Mais de meia centena de ativistas de várias associações e organizações portuguesas solidárias com a Revolução Cubana marcaram presença na tarde desta 5ª-feira, 13 de Março, na sede da Associação de Amizade Portugal-Cuba, em Olaias, Lisboa, num encontro histórico com Antonio Guerrero, um dos Cinco Heróis cubanos que os Estados Unidos da América encarceraram criminosamente em Miami durante quase 20 anos.  


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Núcleo do Porto | Sessão debate "Defender o Serviço Público de Rádio e Televisão" | 7 de Fevereiro n Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto

 

Defender o Serviço Público de Rádio e Televisão

 

Foi este o tema da sessão debate realizada em 7 de Fevereiro na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, por iniciativa da Associação Conquistas da Revolução e do Manifesto Cumprir e fazer cumprir a Constituição 

 


Foram intervenientes Luís Miguel Loureiro, professor universitário  e doutorado em Ciências da Comunicação, Luís Peixoto, jornalista, Virgílio Matos, editor de imagem e membro da sub-Comissão de Trabalhadores da RTP, sendo moderadora Alexandra Paz, da Direcção da ACR.

Entre outros aspectos negativos nas mudanças em curso, foi referido o declínio da informação de proximidade, o modelo de um jornalismo preso aos visores e às redes comunicacionais nas salas de redacções, com menos incentivo e meios de investigação no terreno, o desinvestimento, o subfinanciamento, a diminuição do número de profissionais e a crescente precarização.

 

Entre outros aspectos negativos nas mudanças em curso, foi referido o declínio da informação de proximidade, o modelo de um jornalismo preso aos visores e às redes comunicacionais nas salas de redacções, com menos incentivo e meios de investigação no terreno, o desinvestimento, o subfinanciamento, a diminuição do número de profissionais e a crescente precarização.

 


 Foram evidenciados os traços negativos do Plano de acção para a Comunicação Social, da Estrutura de Missão criada pelo Governo, direcionado para a protecção dos interesses privados, e chamada a

atenção de que a decisão da Assembleia da República contrária ao corte de receitas da publicidade na RTP tem apenas efeitos suspensivos e pelo prazo de um ano.

O novo Contrato de Concessão, que esteve em período de audição pública até 7 de Fevereiro,  contém orientações negativas que urge denunciar. Em causa a dispensa de trabalhadores, o financiamento, e o corte de publicidade assumido agora como recomendação. 

A Petição em defesa do serviço público de Rádio e Televisão continua aberta para recolha de assinaturas. Estamos a cerca de um terço das 7500 necessárias para que o assunto possa regressar ao plenário da Assembleia da República, subscrevam e divulguem