Escrito do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Manuel Begonha



Tempos Difíceis

A humanidade encontra-se hoje à mercê de duas soluções desenhadas pelos seus dirigentes.
Ou se salvam as pessoas ou se salva a economia, ou de outra forma, ou prevalece a fraternidade ou o individualismo agiota. 
Está a ser rudemente posta à prova a bondade intrínseca da natureza humana. Quantas mortes, quanta pobreza, quantas vidas destroçadas.
Os detentores do poder mundial, parecem esquecer que há pontes que por vezes não podem ser atravessadas 
Podem destruir-se.
Mas neste tempo de contrastes, também se manifestam as melhores virtudes do homem - tanta dedicação, tanta bondade, tanto altruísmo e tanta heroicidade.
E os mais velhos perceberam que há quem entenda que andam a mais por este mundo. Confrontam-se com a eutanásia tecnológica.
Quanta ingratidão!
Como escreveu Miguel Torga, "A velhice é isto - ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez". 
Entretanto, depois na acalmia virão os oportunistas, os catastrofistas e os populistas apresentar a factura ao governo e aos serviços pela incapacidade, inépcia e inadequabilidade dos actuais modelos de gestão políticos, económicos e sociais e lutar por dividendos para as virtudes do neoliberalismo e filo fascismo. 
Mas estou seguro que iremos vencer porque temos uma revolução por cumprir. 
Porque temos ideais que queremos transmitir aos mais jovens. 
Porque queremos um mundo diferente onde o homem livre e a justiça imperem. 
Porque somos combatentes pela Paz e por uma Terra sem desequilíbrio ecológico. 
Porque não queremos que o medo pense de mais. 
Porque havemos de ter a valentia dos Lacedemónios de quem o rei Agis dizia "Eles não perguntavam quantos eram os inimigos, mas onde estavam os inimigos."

Lisboa, Março de 2020
Manuel Begonha

Apelo da Comissão promotora da manifestação popular do 25 de Abril


APELO


Comemoramos 46 anos da Revolução de Abril - o heroico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas, logo seguido por um amplo levantamento popular, que pôs fim a 48 longos anos de obscurantismo e ditadura fascista.

Mais do que uma data, o 25 de Abril assinala o início de um processo revolucionário protagonizado pelo povo e pelos militares progressistas que realizou profundas transformações e conquistas democráticas no nosso país – conquistaram-se liberdades e garantias, direitos políticos, económicos, sociais e culturais, afirmaram-se a soberania e a independência nacionais, que foram consagrados na Constituição da República Portuguesa.
Fazemos esta evocação num momento de enorme crise, de combate global com um inimigo invisível e traiçoeiro. Nesta luta, os portugueses têm tido, de uma maneira geral, um comportamento solidário e unido que, estamos convictos, é resultado direto, acima de tudo, das transformações que coletivamente fizemos na nossa sociedade, renovada com o 25 de Abril.
Neste momento, em que enfrentamos tão difícil crise, reafirmamos que para cumprir Abril se impõe continuar a lutar para acabar com múltiplas discriminações e injustiças sociais, ainda existentes, e que a pobreza, a desigualdade de género, a xenofobia e o racismo têm de ser combatidos e expurgados da nossa sociedade! 
Para cumprir Abril é preciso impedir que sejam os trabalhadores e as pessoas mais vulneráveis a serem as principais vítimas das nefastas consequências económicas e sociais da crise provocada pela pandemia do COVID19 e, depois desta crise, é preciso continuar a combater políticas de retrocesso como a precarização das relações de trabalho e o aumento da exploração dos trabalhadores, a manutenção dos baixos salários, o ataque aos serviços públicos e às funções sociais do Estado que devem ser garantidos de forma universal, não deixando de defender o interesse nacional na política externa.
Para cumprir Abril, temos de ultrapassar as dificuldades do momento que vivemos não recuando na reposição e aumento de rendimentos e salários, na estabilidade laboral, no reforço dos serviços públicos, na garantia do direito à educação e à saúde, na garantia do acesso à fruição e criação cultural, nos direitos das famílias.
A calamidade que enfrentamos evidencia, uma vez mais, o valor inestimável do Serviço Nacional de Saúde como eixo estruturante do regime democrático, só possível graças à Revolução de Abril e que importa defender e reforçar, cumprindo-nos dirigir uma sentida e justa saudação a todos os profissionais de saúde pela sua abnegada dedicação à causa pública, tantas vezes com risco para a própria vida.   
Comemorar Abril é convergir na defesa dos valores de Abril, na defesa da liberdade, da democracia, da reposição e conquista de direitos e rendimentos, do desenvolvimento de políticas para uma mais justa distribuição da riqueza, da construção de uma sociedade inclusiva, caminho que só é possível ultrapassando os constrangimentos impostos a um desenvolvimento nacional sustentável e soberano.
Comemorar Abril é convergir para cumprir valores da cooperação, da Paz, da solidariedade, da não ingerência e pela solução pacífica dos conflitos internacionais, afirmando a conceção universalista do Povo Português de amizade com todos os povos do mundo, e em particular, com os povos de língua oficial portuguesa.
O Mundo vai transformar-se, Portugal vai transformar-se, a nossa luta neste momento terá de ser no sentido de, vencida esta calamidade, como confiamos que vamos vencer, conseguirmos continuar a aperfeiçoar o Portugal de Abril, com mais Liberdade, com Paz, com Democracia, com Igualdade, com Justiça Social, com Solidariedade, com cidadania plena, enfim, um Portugal com cidadãs e cidadãos mais Felizes!
Este ano, para evocar estes 46 anos de Liberdade, Paz, Democracia, Solidariedade e Justiça não vamos poder manifestar-nos nas ruas, mas vamos todos juntos comemorar Abril!
Não sendo possível a realização do Desfile na rua, a Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril apela a todo o País para que no dia 25 de Abril, às 15 horas:

Se faça uma pequena pausa, dentro do possível, pois não se podem parar algumas atividades (nomeadamente as de prestações de cuidados de saúde);

 
  • Os meios audiovisuais da comunicação social - Televisões, Rádios - transmitam a "Grândola, Vila Morena";
  • As cidadãs e os cidadãos, onde quer que se encontrem - a maioria, em casa, vá às janelas e varandas e cantem a "Grândola, Vila Morena".



Denunciamos e condenamos nova conspiração dos EUA contra a Venezuela




A Associação Conquistas da Revolução, repudia  veementemente mais esta tentativa da Administração Norte-americana de ataque à República Bolivariana da Venezuela, na pessoa do seu legítimo Presidente, Nicolas Maduro, recorrendo de forma provocatória a acusações torpes e insultuosas, inaceitáveis no âmbito duma sã convivência internacional.
 
A Venezuela vencerá!

Texto Periódico I - Um conto escrito pelo noss vogal da Direcção - Manuel Carvalho




DOUTROS TEMPOS, DOUTROS MAIOS E OS TORREJANOS.


No início da década de 60, já era tradição o empresário, antifascista e democrata, Sr. Américo Nery, encerrar os portões da sua metalúrgica, em Torres Novas – A CASA NERY – e decretar feriado aos seus trabalhadores, no 1º de MAIO. Desconheço quais os argumentos que usava perante a PIDE, pela atitude que assumia, mas deviam ser bons, em sua defesa, de bons argumentos de pessoa de moral maior.
Durante o dia, alguns operários iam-se passear em frente à casa do guarda da metalúrgica. Os PIDES, disfarçados, e os GNR´s, sem passearem, aguardavam no passeio contrário da marginal ao rio Almonda uma possível carga sobre os operários.
Não me recordo se chegou a haver ou não prisões. Recordo, sim, que alguns alunos da Escola Industrial, do 4º ou 5ºano, faltavam a uma ou outra aula, para se juntarem aos operários e para aguardarem, também, a carga do “toca e foge”, com alguma diversão própria da idade. Depois, devido ao “olho que via tudo” éramos chamados ao Director da Escola, para levarmos uma reprimenda das antigas, mas o recado era mais para os nossos pais: “se os vossos pais não lhes metem juízo nessas cabeças, eu cá estou…” O bom do director, por certo, teria lido as teses de Lenine.
Poucos anos mais tarde, já na Marinha, embarca no meu navio o filho mais velho do Sr. Américo, durante uns 2 meses, o José Luís Nery, já falecido, com pouco mais de trinta anos. Encontrava-se a cumprir o Serviço Militar na Armada, como aspirante da Reserva Marítima (RM) enquanto Oficial da Marinha Mercante.
Embora com o seu feitio difícil, nada parecido com o bom do senhor seu pai nem compatível com a boa prática de entreajuda dos “filhos da terra”, por duas ou três vezes, lá me deu boleia, ao fim de semana, para Torres Novas, no seu MG, descapotável de dois lugares onde os nossos uniformes brancos assentavam como ouro sobre azul no vermelho do MG. Vermelho da cor do sangue das dezenas de trabalhadores mortos pela carga policial no 1º de Maio de 1886, em Chicago, mas já vermelho, também, dos cravos, que anos mais tarde, viriam a florescer, no nosso pais.
FIQUEM BEM, QUANTO POSSÍVEL, NESTES DIAS DIFÍCEIS. O QUE IMPORTA É QUE SE ENTRETENHAM NO MÍNIMO COMO EU ME ENTRETINHA NO EMINENTE “TOCA E FOGE” FRENTE À CASA DO GUARDA DA CASA NERY.

Manuel Carvalho
23/03/2020

ADIADA - Homenagem póstuma ao nosso sócio fundador e dirigente comandante Vieira Nunes, fica adiado até data a indicar posteriormente



Devido à situação actual relativa ao Covid-19, tendo em conta as informações do Conselho Nacional de Saúde Pública, a Homenagem póstuma ao nosso sócio fundador e dirigente comandante Vieira Nunes, fica adiado até data a indicar posteriormente.

Encontro com Frei Bento Domingues



No passado dia 28 de Fevereiro, na presença de numerosa assistência, teve lugar mais uma iniciativa do núcleo do Porto da nossa Associação que foi também uma forma de comemorar os 50 anos da "Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos" à qual Frei Bento Domingues pertenceu e foi um dos seus principais dinamizadores.



A iniciativa decorreu nas "Galerias MIRA", espaço existente numa das zonas mais deprimidas do Porto, Campanhã.






Participou o grupo "Uma Vontade de Música" dirigido pelo professor Guilhermino Monteiro que cantou músicas inspiradas em poemas de Sophia de Melo Breyner, canções de José Afonso e de Lopes Graça.









Foram intervenientes:
Jorge Sarabando - coordenador do Núcleo do Porto da ACR (cuja intervenção pode ler clicando AQUI)
Sérgio Dias Branco - investigador e docente da Universidade de Coimbra, leigo dominicano
D. Januário Torgal Ferreira, Bispo Emérito das Forças Armadas
Frei Bento Domingues

No final da sessão foi oferecida a Frei Bento Domingues uma peça escultórica da ACR produzida pelo escultor José Aurélio.


MIRA Fórum - Assistência
grupo "Uma Vontade de Música"  
Sérgio Dias Branco

Jorge Sarabando


Frei Bento Domingos com a peça escultórica
ladeado por D.Januário Torgal Ferreira e Sandra Tavares do núcleo do Porto da ACR







Comemorações do Dia Internacional da Mulher. Manifestação Nacional de Mulheres - 8 Março 2020




O Movimento Democrático de Mulheres – MDM é um movimento com mais de meio século de existência, e que desde sempre manteve uma actividade marcada pela defesa dos direitos, da dignidade, da igualdade entre mulheres e homens e da emancipação das mulheres do nosso País.Iremos comemorar o Dia Internacional da Mulher com iniciativas em todo o país, reafirmando o significado histórico deste dia para a luta das mulheres, comemorações que terão como ponto alto, uma vez mais, a realização em Lisboa da Manifestação Nacional de Mulheres, no domingo, dia 8 de Março de 2020.A força da unidade em defesa dos direitos das mulheres e pela paz no mundo é o lema desta Manifestação Nacional de Mulheres, cuja realização pretende dar voz às mulheres, à nossa luta contra as desigualdades e discriminações que marcam o nosso quotidiano, e afirmar o valor da nossa participação em igualdade em todas as esferas da vida.
Por isso, solicitamos o vosso apoio na divulgação dos objectivos desta Manifestação, e no convite à vossa associação a integrar o desfile no dia 8 de Março (domingo), em Lisboa, com concentração às 14.30h na Praça dos Restauradores, terminando no Jardim da Ribeira das Naus, junto ao Tejo, com um momento de intervenção e animação cultural.



Comemoração dos 50 anos da criação da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos



"Em 20 de janeiro de 1970 – passam agora 50 anos – foi lançado ao País o primeiro comunicado da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos (CNSPP). Três semanas antes, em 31 de dezembro de 1969, um grupo de cidadãos, integrado por dezenas de personalidades de setores sociais, profissionais e áreas geográficas diversas, entregou na Presidência do Conselho de Ministros um documento em que anunciava constituir-se na comissão de socorro aos presos políticos, com o objetivo de responsabilizar o Governo e alertar a opinião pública perante a gravidade da permanente violação de liberdades e direitos fundamentais pela atuação de uma polícia política todo-poderosa, ao abrigo de uma legislação penal perversa, sob arbítrio de um tribunal especial, o plenário criminal.

A denúncia, perante a opinião pública nacional e internacional, do regime repressivo da ditadura, em Portugal e nas Colónias, com base numa informação factual, objetiva e indesmentível, manteve-se desde então num vergonhoso dia-a-dia que só terminou com o fim do regime e a libertação dos presos políticos, em abril de 1974."
(extraído da página da URAP)

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No dia 15 de Fevereiro realizou-se, no auditório do Liceu Camões - em Lisboa, uma sessão comemorativa do 50º aniversário da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.
Homenagem que pôs em evidência o relevante papel da comissão  Nacional de Socorro aos Presos Políticos.

Interveio Levi Baptista, numa breve  intervenção, informou das razões e objectivos da constituição da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.
Após a sua intervenção deu-se inicio  a  uma magnifica sessão cultural onde participaram:
  • Coro Juvenil da Universidade de Lisboa, sob a direcção da  Maestrina Erica Mandillo
  • Música com Paredes de Vidro
  • Alexandre Weffort- Flauta, Carlos Canhoto- Saxofones,
  • Fausto Neves- Piano -Hugo Brito -Violino, M. Rocha – Violino
  • Maria Anadon, Filipa Pais, Samuel,  Carla Correia  (Cabo Verde)
  • Lucinda Loureiro , Luisa Ortigoso Maria Albuquerque
  • Bailarinos:   Maribel Marques  e Nary Santos

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Sobre a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos consultar o link

Sobre o 61º aniversário da Revolução Cubana

A propósito  da comemoração de tão importante efeméride a nossa tesoureira , Beatriz Nunes, escreveu o seguinte texto:


Em 25 de Janeiro, a Associação de Amizade Portugal-Cuba realizou na Voz do Operário um almoço de comemoração do 61º Aniversário da Revolução Cubana. Estiveram presentes em representação da ACR Beatriz Nunes e Manuel Begonha.


O convite que aceitámos com muito empenho é demonstrativo da grande amizade solidária que liga as nossas duas associações.Como sabemos foi a Revolução de Abril, de que Vasco Gonçalves se tornou símbolo que permitiu abertura do nosso país ao mundo e o estabelecimento de relações diplomáticas normais com a República de Cuba.


Mas este é apenas um dos aspectos, que para além dos nossos sentimentos pessoais, nos ligam a Cuba e ao seu povo.O outro e bem importante é a amizade “entrañable” entre os nossos dois líderes revolucionários, Vasco Gonçalves e Fidel Castro, como fica bem expresso na carta que o Comandante Fidel escreveu a Aida Gonçalves companheira de vida e ideais de Vasco Gonçalves, quando da morte deste e que se pode ler AQUI.


Por tudo isto e pelo sonho comum, que como diz o poeta “comanda as nossas vidas”, de um mundo de paz, de justiça, de liberdade e de solidariedade lá estivemos e sempre estaremos.


Viva Cuba!Com todos nós e por todos nós Cuba vencerá!


A Comunicação Social e as Fronteiras da Democracia




No sábado, 25 de Janeiro, o nosso núcleo do Porto promoveu, em Fanzeres, um debate sobre "A Comunicação Social e as Fronteiras da Democracia" com a participação dos jornalistas Pedro Tadeu e Alfredo Maia, e do professor universitário, Rui Pereira.
O debate, moderado por Jorge Sarabando, foi muito participado
Para ler mais pormenores sobre o debate e algumas fotografias clique aqui

Núcleo do Porto - próxima actividade - 25 Janeiro de 2020






A Comunicação Social e as Fronteiras da Democracia


25 de janeiro | 21h30 | Biblioteca de Fânzeres




Oradores: Alfredo Maia e Pedro Tadeu, jornalistas, Rui Pereira, professor universitário, sendo moderador Jorge Sarabando

Falecimento do nosso sócio fundador António Gervásio




António Gervásio, incansável lutador pela Reforma Agrária

É com profundo pesar que a Direcção da Associação Conquistas da Revolução, informa o falecimento do nosso sócio fundador António Gervásio, aos 92 anos de idade.

Nasceu em Montemor-o-Novo, em 25 de Fevereiro de 1927, começou a trabalhar como operário agrícola ainda muito jovem. 

Desde jovem abraçou a luta contra o fascismo.

Foi preso três vezes, em 1947, 1960 e 1971. No conjunto, passou cinco anos e meio nas prisões fascistas do Aljube, de Caxias e de Peniche. Foi brutalmente torturado nas prisões de 1960 e 1971, com espancamentos até à perda de sentidos e a tortura do sono, sendo impedido de dormir durante 18 noites e 18 dias seguidos, cerca de 400 horas. No julgamento de Maio de 1961, foi espancado em pleno Tribunal da Boa Hora por denunciar as torturas da PIDE.

Em 25 de Abril de 1974 estava na prisão do Forte de Peniche, tendo sido um dos presos políticos libertados na madrugada de 27 de Abril.

António Gervásio foi um incansável lutador em todo o processo da Reforma Agrária nos campos do Sul, na liquidação do latifúndio e na constituição de Unidades Colectivas de Produção, e na luta sem tréguas na sua defesa.


O corpo de António Gervásio estará em câmara-ardente a partir das 9h00 de amanhã, sábado, no Centro de Documentação e Arquivo da Reforma Agrária (Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo) e o funeral realizar-se-á domingo, dia 12 de Janeiro, pelas 10h00, para o cemitério da Paz, em Setúbal, onde ocorrerá a cremação, pelas 12h00.

Falecimento do nosso sócio Carlos M. Machado dos Santos





É com profundo pesar que informamos o falecimento, ontem pelas 21:00 horas no HFAR, do nosso sócio fundador Carlos M. Machado dos Santos.
O velório é hoje, dia 10 de Janeiro, numa Capela Mortuária da Igreja Matriz da Cova da Piedade, a partir das 17:30 .
Amanhã, Sábado, pelas 10:00, o funeral sairá da Capela Mortuária onde se encontra para o Cemitério de Vale Flores em Almada onde a cremação está prevista para as 10:30.
A Direcção