A ACR participa na "Acção de rua em Setúbal contra Cimeira da NATO"




    Acção de rua em Setúbal contra Cimeira da NATO

   Activistas do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Associação Conquistas da Revolução (ACR) e União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) - de cuja sede, na Travessa do Garim, arrancou a iniciativa, na manhã desta quarta-feira - desdobraram-se em duas equipas que percorreram o Largo da Misericórdia e a Praça do Bocage e suas imediações até ao Mercado do Livramento, assim como a zona do Troino até à Palhavã, distribuindo profusamente o jornal que apela às concentrações em Lisboa, na próxima segunda-feira, dia 9, pelas 18h00, no Largo de Camões, e no Porto, a 12, na Rua Santa Catarina, sob o lema “PAZ SIM, NATO NÃO!”
   O objectivo central é o protesto contra a Cimeira da NATO que decorrerá a 11 e 12, em Bruxelas, e das trave-mestras do documento, profusamente ilustrado, destacam-se a exigência da dissolução daquele bloco político-militar - definido aliás como “extensão do poderio militar dos Estados Unidos” - e junto das autoridades portuguesas da assinatura e ratificação do Tratado de Proibição das Armas Nucleares que, no quadro da ONU, foi aprovado por 122 países precisamente há um ano e que a Constituição da República Portuguesa consagra plenamente no seu artigo 7º.
   As acções em Lisboa e no Porto são convocadas por 30 organizações, associações e movimentos. Entre elas, para citar ainda as que têm continuadamente unido esforços na nossa capital sadina para acções diversas a juntar às primeiras acima indicadas, a União dos Sindicatos de Setúbal (CGTP-IN), o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e a Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC).
 




Lançamento do livro "O Diário da Contrarevolução"

Em Setúbal, dia 13, 18 horas, no Museu do Trabalho




Actividade do núcleo do Porto da ACR

O núcleo do Porto promoveu a apresentação do livro "Diário da contra-revolução", em simultâneo com a abertura da exposição " A revolução dos cravos - vivências a norte", na Galeria Arménio Losa, em parceria com a União de Freguesias da Senhora da Hora e S.Mamede de Infesta, sendo palestrante o Dr. José Pedro Rodrigues.



Romagem em homenagem ao General Vasco Gonçalves




Como em anos anteriores a ACR promoveu uma romagem em homenagem ao nosso patrono, general Vasco Gonçalves, primeiro ministro do II ao V governos provisórios, o mais puro e fiel intérprete dos ideais transformadores da revolução de 25 de Abril.

Homenagem ao Comendador José Barata

Pela passagem do 4º aniversário do falecimento do Comendador José Barata, no  dia 9 de Junho, a ACR esteve presente na homenagem prestada pela Associação de Praças ao último tarrafalista da Revolta dos Marinheiros de 8 de Setembro de 1936.



Ciclo do Projecto “Conhecer a Guerra, Defender a Paz”, contou de novo com a ACR no Barreiro




Depois de, a 26 de Abril, a Escola Secundária de Santo André ter acolhido o Coronel Baptista Alves para uma palestra no âmbito do Projecto “Conhecer a Guerra, Defender a Paz”, impulsionado, entre outros, pela Cooperativa Cultural Popular Barreirense e o Agrupamento de Escolas daquele Concelho, o actual Presidente da nossa Associação voltou a encontrar-se com muitas dezenas de jovens alunos, desta feita a 28 de Maio, na Biblioteca da Escola dos Casquilhos.
   Carla Marina, Presidente da CCPB, e várias professoras e professores, concorreram notavelmente para o êxito de ambas as iniciativas, marcadas por uma particular atenção por parte da massa estudantil, que não deixou de colocar as suas próprias questões.
   Recorde-se que a base do Projecto nesta fase final assenta na continuada distribuição de uma brochura de 28 páginas profusamente ilustradas que reproduz a intervenção de Baptista Alves na sede da Cooperativa, a 12 de Maio do ano passado, sobre “As Duas Grandes Guerras” e que teve o concurso de Gustavo Carneiro, da Direcção do CPPC.

Comemorações do 25 de Abril de 2018

A nossa associação alem de ter participado nas manifestações do 25 de Abril
e do 1º de Maio esteve presente em várias iniciativas para que foi convidada.

Intervenção de Baptista Alves no jantar comemorativo do 44º Aniversário do 25 de Abril


A encerrar o convívio comemorativo do 44ª Aniversário da Revolução dos Cravos interveio Baptista Alves, actual Presidente da Direcção da ACR.




Baptista Alves - Actual presidente da direcção da ACR


Antes de dar início à minha intervenção propriamente dita, na qualidade de Presidente da Direcção, seja-me permitido evocar a memória dos nossos associados que estarão para sempre connosco:

                              -Ramiro Correia- presente!
                              -Vasco Gonçalves- presente!
                              -Álvaro Cunhal- presente!
                              -Zé Casanova- presente!
                              -Rosa Coutinho- presente!
                              -Costa Martins- presente!
                              -Varela Gomes- presente!
                              -Maria Lamas- presente!
                              -Victor Lambert- presente!
                              -Joaquim Gomes- presente!
                              -José Saramago- presente!
                              -José Carlos Ary dos Santos- presente!
                              -Carlos Paredes- presente!
                              -Nápoles Guerra- presente!
                              -Adriano Correia de Oliveira- presente!

Seja-me permitido também, uma nota de apreço pelo trabalho realizado pelas sucessivas Direcções, presididas pelo Cmte Manuel Begonha, os incansáveis obreiros da nossa Associação Conquistas da Revolução.
Realço apenas algumas das suas realizações:

             -Iniciativas culturais diversas e de grande apreço e qualidade;
             -Folha Informativa, com periodicidade trimestral;
             -Livro “Conquistas da Revolução”, já na 2ª edição;
             -Livro “Vasco, nome de Abril”
             -A concretização da nova sede, na Rua Abel Salazar, nº37A, em Telheiras;
             -Livro “Diário da Contra-Revolução”, um livro lançado recentemente e cuja leitura vivamente aconselhamos.

Aconselhamos também que o divulguemos:
             -Junto dos nossos amigos
             -Junto dos nossos filhos e dos amigos dos nossos filhos;
             -Junto dos filhos dos nossos filhos e dos amigos dos filhos dos nossos filhos;
             -Junto dos filhos dos filhos dos nossos filhos.

Esta é a pirâmide de valor, que faz de todos nós activistas imprescindíveis na defesa das Conquistas da Revolução. 

Cabe agora à nova Direcção, a que muito me honra presidir, dar continuidade a este excelente trabalho.

              -Não regatearemos esforços;
              -Procuraremos estar à altura da confiança que em nós depositaram;
              -Contamos beneficiar do indispensável apoio dos nossos associados.


Darei agora início à minha intervenção, em nome da Direcção da Associação Conquistas da Revolução.


Desde há 44 anos a esta parte que a evocação da gloriosa data do 25 de Abril de 1974 mobiliza milhares e milhares de cidadãos de todo o país: os que tiveram o privilégio de viver aquele período ímpar da história de Portugal e não se vergam ao peso dos anos; os que nasceram ao som dos muitos hinos à liberdade reconquistada e resistem na sua defesa... e não se cansam; e os mais jovens, que abraçam a vida com a mesma força que animou os nossos jovens fardados naquela madrugada libertadora.

Jovens sim! Jovens os comandantes e jovens os comandados, que não se furtaram a tomar o futuro em suas próprias mãos.

São portanto para os mais jovens as minhas primeiras palavras. 

Vivemos hoje num país melhor? Sem dúvida:
  • Longe vai o tempo da ditadura feroz que esmagava o nosso povo;
  • Longe vai o tempo em que ser jovem significava ser candidato à mobilização para a guerra colonial;
  • Longe vai o tempo da cultura e do do ensino só para uns poucos, da saúde e habitação para poucos mais e do tudo sempre para os mesmos.
Mas a verdade que não devemos e não queremos ignorar, é que, apesar da enorme resistência manifestada com tenacidade pelo povo trabalhador, a ofensiva contra-revolucionária logrou afastar-nos dos sonhos e dos caminhos que brotaram do processo revolucionário e destruiu muitas das conquistas da nossa revolução.
E, falar do Processo Revolucionário é, no essencial, falar do período correspondente aos 4 Governos Provisórios presididos por Vasco Gonçalves, referência primeira da nossa Associação Conquistas da Revolução que aqui muito me orgulho de representar.
Em pouco mais de 500 dias, vividos sob a bandeira da liberdade, da fraternidade, da justiça social, quando na rua as pessoas se abraçavam como irmãos sem nunca se terem visto; quando nas assembleias populares se discutiam e resolviam os problemas do dia a dia, todos de igual para igual, homens e mulheres, velhos e novos, sem qualquer distinção; em pouco mais de 500 dias, dizia, fomos capazes de transformar radicalmente a sociedade portuguesa, sonhando e traçando o futuro a caminho duma nova sociedade, mais justa e mais fraterna, a sociedade socialista.

É para a riqueza deste período, um dos mais gloriosos da nossa história, que chamo a atenção dos nossos jovens.
Estudem-no e abracem a vida, sem medos.
Por muito que nos tenham já roubado das conquistas da nossa revolução, este ainda o Portugal de Abril, o Portugal que não se revê naqueles que nos negam o direito ao trabalho com direitos para todos, que nos mandam emigrar, que discutem até à exaustão uns míseros euros no salário mínimo enquanto a si próprios se atribuem reformas leoninas e obcenas, que nos roubam descarada e impunemente, que nos humilham na cena internacional fazendo-nos aparecer como um dos países europeus com maiores desigualdades.

Isto no país que fez Abril? Não! Basta!

Os últimos tempos têm provado que este é o caminho. Basta! 

É preciso engrossar as nossas fileiras, reforçar a luta, dizer não àqueles que nos querem amedrontar para não nos metermos na política, porque esses só pretendem que lhes deixemos o caminho livre para melhor nos explorarem.

É preciso voltar a colocar os valores de Abril como o código de honra da nossa caminhada colectiva.
O futuro está nas vossas mãos!

Hoje, aqui, estamos para festejar Abril, o 44º aniversário da Revolução dos cravos. A revolução que pôs fim  à ditadura fascista (instituição terrorista institucionalizada) de Salazar e Caetano, que durou  48anos.
Festejar e homenagear os militares do MFA pelo feito histórico vitorioso, sem derramamento de sangue, homenagear os resistentes anti-fascistas pela tenacidade da luta desigual e sem quartel que travaram ao longo de toda a noite fascista e festejar a pujança do movimento popular que, abraçando e legitimando o programa do MFA, deu início à mais bonita revolução que o Mundo já viu, a Revolução dos Cravos.

Festejemos pois! 44 anos volvidos, estamos aqui todos, aqui e em muitos outros sítios espalhados por todo o país, como o temos feito ano a ano, “unidos como os dedos das mãos”, sentindo húmidos os olhos ao ouvir as canções de Abril, vibrando com as palavras de ordem revolucionárias e com uma imensa saudade do Futuro com que sonhámos e continuamos a sonhar. E, com a certeza de que esse Futuro, nas palavras do nosso General Vasco Gonçalves, ...”é cada vez mais, necessidade imperiosa. Assim o povo o compreenda,”

E somos já muitos, muitos e seremos cada vez mais.
Todos pelas conquistas da revolução!

Abril vencerá
Viva o 25 de Abril
Viva Portugal

Jantar comemorativo do 44º Aniversário do 25 de Abril


Organizado pela nossa Associação realizou-se, na Casa do Alentejo, mais um jantar comemorativo do aniversário do 25 de Abril






Jantar comemorativo do 25 de Abril na Casa do Alentejo DIA 20 de ABRIL


Prezados associados

No próximo dia 20 de Abril, sexta feira, às 19:30 horas terá inicio o já habitual jantar comemorativo do 25 de Abril.
Como sempre o jantar é na Casa do Alentejo.

A sua ementa é:
- Pão, Azeitonas, Queijo
- Creme de legumes
- Ensopado de borrego
- Salada de frutas
- Vinho, cerveja, refrigerantes, água e café

Custo 18 euros por pessoas

Inscrições feitas para 
telemóvel: 960 292 981‬ ou 964 486 976‬

Por favor façam as vossas inscrições até dia 19 (quinta feira)
Apareçam e tragam amigos
Saudações de ABRIL
A Direcção

Dia 12 de Abril - Lançamento do livro "Diário da Contra-Revolução"

Que a sala seja pequena para a apresentação deste livro que vai constituir um documento histórico de grande valor.



Intervenção do Presidente da Direcção eleito, Baptista Alves

A encerrar o acto eleitoral o Presidente da Direcção eleito, proferiu a intervenção que se transcreve


Baptista Alves no uso da palavra



Boa tarde a todos

Cabe-me, na qualidade de Presidente da Direcção da ACR,  recém eleito por esta digníssima Assembleia, usar da palavra. Serei muito breve.

Em primeiro lugar, seja-me permitido uma referência especial ao Cmte Manuel Begonha e ao seu desempenho enquanto Presidente da Direcção anterior, na qual muito me orgulho de ter participado: pela sabedoria, pela dedicação total aos objectivos da nossa ACR e pela forma sempre simpática, mas determinada, como soube envolver todo o colectivo na concretização da actividade programada( não vamos esquecer facilmente as suas exaustivas agendas para as reuniões, das quais só saltavam tarefas depois de devidamente cumpridas). Bem haja, pelo muito que nos deu e pelo muito que fez e vai continuar a fazer, no desempenho das suas novas atribuições, na criação e consolidação da nossa ACR.

Em segundo lugar, cumprimentar todos os participantes na lista para os orgãos sociais agora eleitos, lista que tive a honra de propor, nas pessoas do Presidente da mesa da Assembleia, Manuel Begonha e Presidente do Conselho Fiscal, em exercício, José Élio Sucena, bem como os que comigo assumiram integrar a nova Direcção e naturalmente o representante da lista, Manuel Custódio.

Todos pelas Conquistas da Revolução.

Vasco Gonçalves, referência primeira da nossa Associação Conquistas da Revolução, dizia, num seu texto inédito: as conquistas eram tão conformes às legítimas e básicas aspirações do povo a uma vida melhor, eram tão equilibradas que, mesmo depois da viragem da correlação de forças, foram integralmente consagradas. E, acrescento eu: consagradas na CRP de 1976, aprovada em 2 de abril de 1976, já muito depois do 25 de Novembro de 1975 e mais ainda do fim do 5º Governo Provisório, em 19 de Setembro de 1975, o último dos quatro Governos presididos por Vasco Gonçalves.

É assim que, com toda a legitimidade constitucional, nos propomos continuar a dar tudo por tudo na defesa e valorização das Conquistas da Revolução, ajudando a manter viva a esperança na sua concretização, confrontando os poderes instituídos com as suas responsabilidades em cumprir e fazer cumprir a Lei Fundamental da República, denunciando e combatendo os sucessivos e recorrentes atropelos à ordem constitucional vigente.

Conforme fica claro no nosso programa de candidatura, que assumimos concretizar, não nos falta ambição. Assim não nos falte e não faltará concerteza o apoio e a compreensão dos nossos associados. Refiro com ênfase especial dois dos grandes objectivos para o mandato: a instalação da nossa sede e a celebração do centenário do nascimento do General Vasco Gonçalves.

Contamos com todos. 
Todos pelas Conquistas da Revolução

Nós sabemos, todos nós aqui sabemos, que carregamos nas nossas mãos os sonhos de futuro de várias gerações, gerações sitiadas por poderosos exércitos de predadores à espera que nós nos cansemos. Não nos cansamos e não nos cansaremos!

Mas nesta luta pelo direito ao futuro temos que ser cada vez mais e cada vez mais fortes. 

Para isso, impõe-se o rejuvenescimento das nossas hostes, impõe-se, muito particularmente,  o reforço da nossa ALA dos Namorados.

Apelamos por isso às novas gerações:
  • Para se inteirarem e estudarem aquele extraordinário período revolucionário que se seguiu à gloriosa vitória do MFA em 25 de Abril de 1974;
  • Para se inteirarem e estudarem a luta da resistência ao regime fascista (ditadura terrorista institucionalizada), que durante 48 anos, nos privou das liberdades fundamentais oprimindo, prendendo e matando quantos se lhe opunham e nos manteve numa total escuridão cultural e política;
  • Para lutarem pelos seus direitos constitucionalmente consagrados na CRP de 1976, que apesar de amputada dalgumas das mais importantes conquistas da revolução, nas 7  revisões sofridas, ainda é a Constituição de Abril;
  • Para se juntarem a nós nesta nossa ACR apostada em manter abertas “as portas que Abril abriu”, como cantava Ary, o poeta de Abril.
Todos pelas Conquistas da Revolução.

Termino, com a leitura dum poema de Bertolt Brecht

“Há homens que lutam um ano, e são bons;
 Há outros que lutam um dia, e são melhores;
 Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
 Porém há os que lutam toda a vida
 Estes são os imprescindíveis”

Intervenção do Presidente da Direcção cessante, Manuel Begonha, após o acto eleitoral

Manuel Begonha, presidente da direcção cessante, 
proferiu a intervenção que se transcreve

Neste dia de mudança, quero agradecer a todos os membros da Direcção, da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal cessantes, a confiança e o apoio incondicional que me manifestaram e que permitiu dar cumprimento aos Estatutos da ACR. Uma saudação especial ao comandante Vieira Nunes que cessa funções na ACR, designadamente no Conselho Fiscal.
Manuel Begonha no uso da palavra
Promovemos, organizámos e interviemos em vários tipos de iniciativas, na luta pela defesa dos direitos, liberdades e garantias do nosso povo.
No entanto, nem todos os objectivos foram atingidos, nomeadamente não termos conseguido trazer mais juventude para a nossa Associação.
Infelizmente, também sofremos um doloroso revés. Perdemos o nosso companheiro Victor Lambert, sócio Fundador e membro da Direcção.
Aos nossos associados, amigos e aos que colaboraram nas nossas actividades, um agradecimento especial, por todo o apoio prestado, bem como pela tolerância com que suportaram as nossas insuficiências e irrelevâncias.
Não posso deixar de enaltecer o suporte que a Direcção da Casa do Alentejo nos proporcionou, não só cedendo-nos um espaço para trabalhar, mas também disponibilizando as suas instalações e serviços, tornando assim possíveis a maioria das nossas iniciativas.
Como os amigos não morrem, quero evocar, um homem a quem a ACR muito deve, o nosso primeiro vice-presidente, José Casanova.
Encontrámo-nos em várias frentes de combate, realizámos um trabalho colectivo, deixando sempre espaço para a criatividade individual.
Honrámos o nosso compromisso de não deixar esquecer a figura, o pensamento e a obra do General Vasco Gonçalves, e, de assumir sem desfalecimentos a defesa das Conquistas da Revolução e os valores e ideais de Abril.
E o futuro?
Não tenham dúvidas que está perfeitamente assegurado com a nova Direcção e com o seu Presidente, Coronel Baptista Alves, cuja capacidade de liderança e de trabalho, inteligência, sensatez e identificação com os objectivos da ACR por certo o irão garantir.
A todos eles e em especial ao Baptista Alves, desejo os maiores sucessos.
Viva a ACR !