A ASSOCIAÇÃO CONQUISTAS DA REVOLUÇÃO regista hoje,18 de Junho de 2013, a passagem do segundo aniversário da sua constituição



Do Relatório e Contas, relativo à nossa actividade de 2011 e 2012,podemos retirar a seguinte passagem:
«Realizámos a 18 de Junho a Assembleia Constitutiva da Associação com a seguinte ordem de trabalhos:”A ACR e os seus objectivos”,”Apresentação, discussão e votação da proposta de Estatutos da Associação” e “Eleição da Comissão Instaladora da Associação”.
Tendo estado presentes 151 aderentes foi eleita a Comissão Instaladora, formada pelos mesmos membros impulsionadores que se constituíram, desde do início do ano, como Comissão Promotora….
Esta Comissão Instaladora ficou encarregada de proceder à escritura da ACR e de preparar a Assembleia-Geral Eleitoral, ou seja, de executar todos os actos até à instalação da ACR.
Ainda nesta Assembleia foram aprovados os Estatutos da ACR e a proposta de, neles, o General Vasco Gonçalves ser considerado «sócio de mérito da Associação Conquistas da Revolução, a título póstumo». Tal aspecto ficou consagrado no artigo sétimo dos mesmos Estatutos.»
Através dos nossos meios próprios de comunicação (blogue, correio electrónico e folha informativa )e de algumas entrevistas temos divulgado a todos os nossos associados e ao público em geral o desenvolvimento das nossas acções e a planificação das que desejamos realizar no futuro.
Nestes dois anos passados, as nossas acções têm procurado concretizar o programa eleitoral ou seja «O nosso objectivo para o triénio 2012-2014 é dar cumprimento aos estatutos da ACR e dar resposta às propostas que satisfaçam a concretização do objecto fulcral da Associação: a defesa das Conquistas da Revolução.O nosso combate irá orientar-se no âmbito da Cultura, da Informação, da Luta pela Paz e Defesa da Soberania, da Independência Nacional e da Solidariedade.»
«Pretendemos promover em vários pontos do País todo o tipo de iniciativas culturais, desde exposições, conferências, incentivando as actividades teatrais, musicais, literárias e todas as que forem possíveis recorrendo, entre outras, à experiência e meios ainda existentes, utilizados nas Campanhas de Dinamização Cultural e Acção Cívica»
«A informação é um instrumento fulcral para podermos entender a propaganda e manipulação que nos rodeia, com recurso a todo o tipo de novos profetas que tentam explicar-nos a razão das suas teorias com argumentos previamente mastigados e formatados. »
«O que se passa no mundo não nos deve ser estranho. Necessitamos de estar atentos aos objectivos da estratégia de globalização que permite a flexibilidade sem limites do capital, não considerando condições de trabalho justas nem normas de segurança no trabalho, impedindo os países mais fracos, como o nosso, de defenderem os seus direitos, por exemplo sobre as pescas, agricultura, indústria e emprego.»
Estando a ser confrontados com uma realidade desesperante «Ao Portugal de Abril – momento mais luminoso da nossa história colectiva - sucedeu este Portugal sombrio, negro, gerado por 37 anos de política de sucessivos governos PS/PSD/CDS-PP: o Portugal do desemprego; da precariedade; dos roubos nos salários e nas reformas; dos roubos nos direitos laborais e sociais; das injustiças sociais e do aumento do fosso entre pobres e ricos: da exclusão, da pobreza, da miséria e da fome; do afundamento da economia nacional; da venda a retalho da independência e da soberania de Portugal; do domínio absoluto do poder do grande capital nacional e transnacional sobre o poder político; de uma democracia precária, crescentemente carenciada de conteúdo democrático e trazendo-nos todos os dias à memória o tempo que «em Abril, Abril venceu».
É essa política da contra-revolução - executada nas últimas quatro décadas por quase uma vintena de governos da troika nacional, em frontal desrespeito pela Constituição da República, fora da lei Fundamental do País de há dois anos para cá, sob a batuta da troika ocupante - a única responsável pelo estado de desgraça a que Portugal chegou.
É essa política de ódio a Abril que urge derrotar e substituir por um política de sentido oposto, logo inspirada nos valores de Abril.
Por isso….com a firme convicção de que é nos valores de Abril - nas suas conquistas políticas, sociais, económicas, culturais, civilizacionais - que se encontra a solução para os muitos e graves problemas criados pelos governos e pela política da contra-revolução. Com a certeza de que a conquista de tal solução depende, no essencial, da luta dos trabalhadores e do povo.
Com os trabalhadores e o povo, com a intervenção organizada de todos os homens, mulheres e jovens identificados com os valores de Abril, conquistaremos um rumo novo para Portugal.»
Resta-nos neste dia reafirmar que é nossa vontade, que é vontade dos órgãos sociais desta Associação, mantermos firmes e coesos na defesa das nossas conquistas de Abril em sintonia e colaboração com todos os nossos associados a quem ,neste aniversário, prestamos a nossa fraterna e solidária homenagem.

Abril vencerá! Porque Abril é o futuro