Faleceu o Coronel Fernando Queiroz de Azevedo

Caros Amigos

Morreu mais um Militar de Abril, o nosso querido amigo Caros Amigos

Morreu mais um Militar de Abril, o nosso querido amigo Queiroz de Azevedo.
Estava muito doente com um cancro espalhado que não teve a assistência devida, no tempo útil, no actual Hospital das Forças Armadas, onde nem baixa obteve depois do incipiente diagnóstico que foi feito.
Caminhou depois para a Fundação Champalimau onde o encaminharam de urgência para o Hospital da Cruz Vermelha. Ali resistiu poucos dias devido ao estado adiantado da doença, Faleceu hoje. Ainda estive com ele há dois dias, reconheceu-me, apertou-me a mão com força e assim estivemos alguns minutos, onde mentalmente lhe prometi denunciar, com muita revolta, a situação decadente em que a actual governação colocou a assistência na doença dos militares da nossa Pátria.
Que a vida do Fernando Azevedo, revolucionário de Abril, sirva para que as Forças Armadas acordem e digam basta a esta camarilha que nos despreza.

João Bilstein Sequeira
Cor Cav. Ref..

Comissão Organizadora do Congresso



Comissão Organizadora do Congresso

Armando Myre-Dores
Baptista Alves
Beatriz Nunes
José Casanova
Manuel Begonha
Modesto Navarro
Nuno Lopes

Algumas intervenções iniciais que serão acompanhadas por outras intervenções que estão a ser solicitadas

Intervenção de abertura
Avelãs Nunes

Painel 1
O Derrubamento da ditadura fascista
Nuno Lopes

Painel 2
O Processo Revolucionário
Vítor Lambert
Baptista Alves
Henrique Mendonça
José Sucena

Painel 3
A contra-revolução -- A resistência Perspectivas futuras
Modesto Navarro
Joaquim Ponte
José Capucho

O congresso está aberto a outras intervenções mediante inscrição atempada dos participantes

CONGRESSO CONQUISTAS DA REVOLUÇÃO"


Congresso Conquistas da Revolução     4 e 5 de Out.

Saiba mais sobre este nosso Congresso ,no âmbito do nosso programa das comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril, clicando na nossa página ao cimo e à direita, em "CONGRESSO CONQUISTAS DA REVOLUÇÃO" . Poderá já saber dos seus conteúdos, painéis e respectivos horários. Tem ainda a possibilidade de utilizar a respectiva ficha de inscrição.

A Direcção


PALESTINA LIVRE

Por uma PALESTINA LIVRE

A ACR desde sempre solidária com o combate a estas agressões e contra a ocupação da Palestina, convida os seus associados a estarem presentes nesta manifestação.


Esta nova agressão israelita em grande escala – que utiliza como pretexto a morte de três jovens israelitas, em circunstâncias ainda por apurar 

já provocou milhares mortos, incluindo crianças, e centenas de feridos, para além da destruição sistemática de habitações,escolas e instituições palestinianas.

Não se pode esquecer o resultado da última agressão de grande escala levada a cabo por Israel contra a população Palestina da Faixa de Gaza, a operação “Chumbo Fundido”, iniciada a 27 de Dezembro de 2008 e que provocou 1400 mortos e 5000 feridos, a maioria dos quais civis palestinianos, mulheres e crianças, na qual Israel recorreu, inclusivamente, a armas proibidas, como o fósforo branco.

Não se podem esquecer as dezenas de anos de ocupação ilegal, de repressão, de usurpação e saque, de permanente humilhação por parte de Israel contra o povo palestino, de que, por exemplo, são testemunho as mais de 1500 crianças palestinianas mortas pelas forças de Israel, somente após 2000.
Condenamos a atitude cínica dos EUA que declarou uma vez mais que “Israel tem o direito de se defender” e a ambiguidade da União Europeia que, objectivamente, tomam o agressor como «vítima» e a vítima como «agressor».

A escalada agressiva de Israel não pode ser desligada dos planos de domínio do Médio Oriente por parte dos EUA e seus aliados, com os quais tentam, por todos os meios, esmagar os povos que não se submetem às suas intenções e hegemonia, como aconteceu com o Iraque, a Líbia ou a Síria.


A responsabilidade do Banco de Portugal no caso GES/BES

A ACR acha de toda utilidade a leitura deste artigo de autoria do estudioso,analista e economista Eugénio Rosa sobre mais uma das falsas promessas dos dirigentes deste país e do seu conluio com as jogadas financeiras dos poderosos.Há um ano que o BdP sabia de operações fraudulentas,há um mês estimulou um aumento de capital no BES(cujos investidores  foram enganados e ficaram ontem sem nada)  e ainda deu 15 dias a Ricardo E. Santo para aumentar o prejuízo semestral de 1.100 milhões para 3.700 milhões de euros.QUE REGULAÇÃO É ESTA???

************************

A responsabilidade do Banco de Portugal no caso GES/BES

– a "segurança absoluta" dos depósitos na banca de que fala o governo e o BdP


por Eugénio Rosa [*]
Ao longo destes últimos anos, o governo, os supervisores, e os defensores da banca nos media têm procurado convencer os portugueses que a gestão dos banqueiros em Portugal foi e é diferente da verificada em outros países e que a situação da banca no nosso país é sólida e não tem problemas. Isto não é verdade, e a prová-lo estão os casos graves do BPN, do BPP, do BCP e agora do BES a mostrar que a gestão privada da banca não é de confiança.

Neste estudo vamos analisar dois pontos: a responsabilidade da supervisão (Banco de Portugal), no caso do BES, e que segurança têm os depósitos na banca. E isto porque os media têm procurado convencer a opinião pública de que o BdP interveio no BES atempada e eficazmente, o que não é verdade, e que os depósitos até 100.000€ estão seguros, o que é duvidoso tendo em conta os recursos atuais do Fundo de Garantia de Depósitos. Uma informação clara e objetiva, é fundamental não só para os clientes da banca mas para todos os portugueses pois são eles que acabam por pagar os desmandos dos banqueiros.

A RESPONSABILIDADE DO BANCO DE PORTUGAL NO CASO GES/BES 

Os media têm procurado convencer a opinião pública que, no caso do GES/BES, o Banco de Portugal, entidade responsável pela supervisão da banca, atuou atempada e eficazmente. Isso não corresponde à verdade. Para concluir isso, basta recordar que a KPMG, que exercia as funções de auditor externo e de ROC no BES, tinha colocado uma "enfase" (um chamada de atenção) nas contas de 2013 do BES. A KPMG começa por dizer que, segundo a sua "opinião, as demonstrações financeiras consolidadas apresentam de forma verdadeira e apropriada , em todos os aspetos materialmente relevantes, a situação financeira consolidada do Banco Espirito Santo em 31/12/ 2013 ", o que não era verdade, mas logo a seguir acrescenta:
Sem afectar a nossa opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos à atenção para a Nota 46, a qual descreve a situação relativa à subscrição, pelos clientes do Grupo BES, de instrumentos de dívida emitidos pela Espírito Santo International, S.A. ("ESI") e refere a expectativa do Conselho de Administração do Banco quanto aos possíveis meios de reembolso dos mesmos através da implementação do plano de desalavancagem dos activos da ESI, do apoio dos seus accionistas e da capacidade da ESI para a obtenção ou renovação de linhas de crédito nos mercados financeiros e ainda do eventual apoio que possa vir a ser necessário por parte do Grupo ESFG e do BES.
E na Nota 46, pág. 182 do Relatório e Contas de 2013 do BES pode-se ler o seguinte: "No âmbito desta atividade foram subscritos pelos clientes do BES, instrumentos de dívida emitidos pela Espírito Santo International, S.A. ('ESI') e pelas suas filiais Espírito Santo Property, S.A. e Espírito Santo Industrial, S.A. no montante de 3 035 milhões de euros, dos quais 1 565 milhões de euros eram detidos, em 31 de dezembro de 2013, por clientes de retalho e 1 470 milhões de euros eram detidos à mesma data por clientes institucionais. Em 14 de Março de 2014, o valor dos instrumentos de dívida detidos por clientes de retalho ascendia a 867 milhões €" 

Não é preciso ser muito inteligente para concluir, se a KPMG, que recebia milhões € de um cliente (BES), escreveu isto sobre as contas do cliente (BES), é porque a situação era já muito grave e preocupante. Portanto, o Banco de Portugal já tinha informações há muito sobre a situação no BES, porque ao longo de 2013 os auditores do BES fizeram, porque são obrigados, relatórios de auditoria interna que são enviados ao BdP e realizaram reuniões com o BdP, já que é uma prática corrente. Quem tenha lido o livro "O último banqueiro " conclui que o Banco de Portugal já tinha dados seguros, incluindo denúncias graves feitas pelos próprios acionistas, de irregularidades graves no grupo BES. No entanto, apesar de estar de posse desta informação pelo menos há mais de um ano, não atuou, deixou a situação agravar-se com graves consequências não só para os acionistas e clientes do banco, mas também para todos os portugueses, já que terão efeitos graves na crise económica e social (muitas empresas, não só do próprio grupo, mas também clientes do banco, poderão entrar em falência), e os contribuintes não estão seguros de que Passos Coelho, dando mais uma vez o dito por não dito, não venha a utilizar fundos públicos para "salvar" o BES. A única intervenção rigorosa que se pode exigir a este governo é não intervir e não utilizar dinheiros públicos pois, segundo Marques Mendes, o governo prepara-se para, com o dinheiro do empréstimo da "troika" que Portugal terá de pagar, criar um "BES bom", para onde vão os ativos "bons, para depois vendê-lo a saldo pagando os contribuintes a fatura já que os bancos que fazem parte do chamado "Fundo de resolução" (em 31/12/2013 tinha apenas 183 milhões €), utilizado como intermediário não pagarão, o mesmo com o "BES mau", para onde serão transferidos os ativos "tóxicos" pois os anteriores acionistas tudo farão para não o pagar e não suportar a fatura. 

A PROMISCUIDADE DAS FUNÇÕES DE AUDITOR EXTERNO E DE ROC NA BANCA 

O governador do Banco de Portugal queixa-se e ataca agora a KPMG por não ter revelado ao supervisor a verdadeira dimensão das irregularidades e eventuais crimes cometidos no BES.

No entanto existe na banca, um grave problema de promiscuidade, que contribui para afetar a qualidade e objetividade dos auditores externos e dos Revisores Oficiais de Contas (ROCs) o que, eventualmente, contribuiu para o que sucedeu no BES. E esse problema de promiscuidade grave, que afeta a qualidade da auditoria e do trabalho do ROC é, a nosso ver, a concentração no mesmo grupo – KPMG, Deloitte, etc – das funções de auditor externo e de Revisor Oficial de Contas (ROC), não havendo qualquer segregação de funções. Para além disso a mesma empresa faz auditoria a muitas empresas do mesmo grupo recebendo elevados honorários que naturalmente não quer perder. E tudo isto tem tido a cobertura do Banco de Portugal como vamos provar.

Para isso observem-se os dados do quadro 1, que constam dos relatórios e contas de 2013 dos diversos bancos, pois eles tornam claros e compreensíveis os problemas que afetam a qualidade da auditoria e da fiscalização de contas em Portugal.
Quadro 1.
Como mostra o quadro 1, excetuando a CGD, é o mesmo grupo de consultoria que tem a função de auditor externo e de revisor oficial de contas (ROC) em cada banco, portanto não existe qualquer segregação de funções que é fundamental para garantir a qualidade da atividade, pois se existisse, os órgãos de fiscalização de cada banco poderiam comparar e cruzar as informações fornecidas por duas entidades especializadas, o que certamente obrigaria tanto o auditor externo como o ROC a serem mais exigentes no seu trabalho. É evidente também que os muitos milhões de euros pagos pelos bancos a estes grupos de consultoria levam-nos naturalmente a "não criar ondas" e a tudo fazerem para agradar os clientes, pois caso contrário correm o risco de serem substituídos por concorrentes.

No Montepio Geral (Caixa Económica) opusemo-nos a esta concentração de funções – auditor externo e ROC no mesmo grupo de consultoria – no entanto o Banco de Portugal, a que recorremos, deu cobertura à decisão do conselho de administração de contratar para as duas funções o mesmo grupo de consultoria (KPMG), situação que se verifica em outros bancos, como revela o quadro 1, o que é só possível com o acordo do Banco de Portugal.

E agora o governador do Banco de Portugal queixa-se da qualidade da auditoria da KPMG, quando é a própria entidade que ele dirige a dar cobertura a situações na banca que torna inevitável que isso aconteça. Esperemos que, com as alterações que vão ser feitas proximamente no regime legal das instituições financeiras, a concentração das duas funções no mesmo grupo seja proibida, eliminando-se assim a promiscuidade que existe nesta área importante da atividade bancária, e que tem contribuído para as irregularidades que se têm multiplicado nos bancos, com consequências graves para os acionistas, depositantes, associados e contribuintes já que enfraquece a fiscalização e controlo.

O FUNDO DE GARANTIA DE DEPÓSITOS TEM APENAS 1.490 MILHÕES € PARA GARANTIR 117.411 MILHÕES € DE DEPÓSITOS NA BANCA 

O governo e o Banco de Portugal têm repetido que os depósitos bancários estão garantidos (têm segurança absoluta, dizem eles) , pois existe um Fundo de Garantia de Depósitos, financiado obrigatoriamente pelos bancos, que garante o pagamento dos depósitos até 100.000€ por titular, em caso de dificuldades dos bancos. Por isso, interessa analisar com maior profundidade e com grande objetividade esta questão, até porque ela, com o que está a suceder na banca, onde cada vez se sente menor segurança, preocupa todos os portugueses. Para isso, construímos dois quadros com dados do Relatório e Contas de 2013 do Fundo de Garantia de Depósitos publicado em 2014.
Quadro 2.
Como revela o quadro 2, existem em Portugal cerca de 16,1 milhões de titulares (cada português tem mais de uma conta bancária, em média, sendo titular em cada uma delas), no entanto, 82% dos titulares (13,2 milhões) possuem apenas 14,2% dos depósitos (22.488 milhões €), enquanto 1,2% dos titulares (apenas 194.148) possuem 38% do valor dos depósitos (60.173 milhões €). Também neste campo a desigualdade e a concentração de riqueza é muito grande.

Vejamos agora quais são os depósitos que são garantidos pelo Fundo e quais os recursos que existem para garantir esses depósitos segundo dados constantes do próprio Relatório e contas de 2013 do Fundo de Garantia de Depósitos. O quadro 3, com dados do relatório, e do Banco de Portugal, permitem ficar a saber isso.
Quadro 3.
Segundo o Boletim Estatístico de Junho de 2014 do Banco de Portugal os recursos de clientes existentes na banca somavam, em 31/12/2013, 253.164 milhões €. E segundo o Relatório e contas de 2013 do Fundo de Garantia de Depósitos, na mesma data, os depósitos abrangidos pelo Fundo de Garantia eram apenas 158.349 milhões €, o que correspondia a 62,5% do total de recursos de clientes na banca. E como o Fundo só cobria valores até 100.000€ (se um titular tem 500.000€ só a parcela até 100.000€ é que está coberta), consequentemente os depósitos cobertos pela garantia eram apenas 117.411 milhões €, ou seja, 46,4% dos recursos dos clientes na banca e 74,1% do valor dos depósitos abrangidos pela garantia. E de acordo com o próprio Relatório e contas de 2013 do Fundo de Garantia, para garantir estes 117.411 milhões € de depósitos, o fundo tem em seu poder apenas 1.490 milhões €, o que corresponde a apenas 1,27%. É esta a garantia absoluta de que fala o governo e o Banco de Portugal. Para dizer isso, eles partem do pressuposto que as dificuldades da banca não vão acontecer simultaneamente em relação a todos os depósitos que estão cobertos pela garantia, e esperamos que isso nunca suceda. Mas para que isso não suceda, é necessário que as entidades de supervisão, nomeadamente o Banco de Portugal e a CMVM, tenham um comportamento muito mais interventivo e preventivo na banca, evitando que as situações aconteçam e a má gestão não se multiplique impunemente e não se limitando, como tem acontecido, a intervir depois do mal feito. Apesar de tudo isto, terminamos este estudo com um conselho aos leitores: que sigam o ditado popular, e "não coloquem todos os ovos (o seu dinheiro) num único cesto" (banco), nem façam depósitos superiores a 100.000€. 
02/Agosto/2014
Ver também:
  • Resolução do Banco de Portugal, divulgada às 22h45 de 03/Agosto, em que anuncia a injecção de 4,9 mil milhões em novo banco que sucede ao BES
  • PCP propõe a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito à situação do BES/GES , 03/Ago/14
  • Prejuízos do BES: expressão de uma gestão danosa e da cumplicidade de governos e supervisores , 30/Jul/14
  • "A culpa do buraco do BES não pode morrer solteira" , 31/Jul/14
  • A defesa dos interesses nacionais face aos desenvolvimentos no BES e no Grupo Espírito Santo , 26/Jul/14 

    [*] Economista, edr2@netcabo.pt 
  • Lançamento do livro "Vasco, nome de Abril"


    Como já anunciámos esta sessão realizou-se na Casa do Alentejo no dia 18 de Julho, registando os 40 anos da tomada de posse do nosso General Vasco Gonçalves como Primeiro-ministro do Segundo Governo Provisório.

    Tratou-se de mais uma homenagem a um dos mais ilustres "capitães de Abril" com o lançamento do livro VASCO,NOME DE ABRIL,editado pela ACR, com 75 depoimentos de várias personalidades da vida nacional e internacional .

    Além das já publicadas fotografias que registam o evento. Publicam-se hoje estes videos que completam um pouco mais do que se passou na cerimónia.


    O apresentador Cândido Mota faz a introdução à sessão


    Tavares Marques e Manuel Diogo leem 5 poemas alusivos a Vasco Gonçalves



    Apresentador Cândido Mota lê texto sobre Vasco Gonçalves


    O presidente da direcção da ACR, cmdt. Manuel Begonha, no uso da palavra



    Lançamento do livro VASCO,NOME DE ABRIL

    Esta sessão realizada ontem,na Casa do Alentejo, dia 18 de Julho, regista os 40 anos da tomada de posse do nosso General Vasco Gonçalves como Primeiro-ministro do Segundo Governo Provisório.Tratou-se de mais uma homenagem a um dos mais ilustres "capitães de Abril" com o lançamento do livro VASCO,NOME DE ABRIL,editado pela ACR - com 75 depoimentos de várias personagens da vida nacional e internacional - e como se pode constatar pelo registo das fotos seguintes foi um notável evento ,com o Salão Nobre completamente esgotado e com a aquisição completa de todos os exemplares ali disponíveis para esse efeito.

    Agradecemos aos Associados e Amigos que comparecerem e o apoio de todos os que tornaram este acto possível.


    OBS : O livro  continua à disposição de quem o queira adquirir.





















    VASCO,NOME DE ABRIL

    VASCO,NOME DE ABRIL

    A direcção da Associação Conquistas da Revolução volta a recordar a todos os amigos e associados que se realiza na próxima sexta-feira, dia 18 de Julho, o lançamento deste livro,editado pela ACR, conforme convite que se reproduz:


    LOURES - Apresentação do livro "Conquistas da Revolução"


    Lançamento no dia 12,pelas 16 horas, na Galeria Municipal Vieira da Silva no Parque da Cidade de Loures.


    Estarão presentes Baptista Alves e Modesto Navarro, dirigentes da ACR.

    Compareçam.

    Nova agressão israelita ao povo palestino


    Exige-se o fim imediato da nova agressão militar de Israel contra o povo palestino, com particular incidência contra a população da Faixa de Gaza, sujeita a bombardeamentos e sob a qual pende a ameaça de uma nova ofensiva terrestre por parte do exército israelita.

    Esta nova agressão israelita em grande escala – que utiliza como pretexto a morte de três jovens israelitas, em circunstâncias ainda por apurar – já provocou dezenas de mortos, incluindo crianças, e centenas de feridos, para além da destruição sistemática de habitações palestinianas.

    Não se pode esquecer o resultado da última agressão de grande escala levada a cabo por Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza, a operação “Chumbo Fundido”, iniciada a 27 de Dezembro de 2008 e que provocou 1400 mortos e 5000 feridos, a maioria dos quais civis palestinos, mulheres e crianças, na qual Israel recorreu, inclusivamente, a armas proibidas, como o fósforo branco.

    Não se podem esquecer as dezenas de anos de ocupação ilegal, de repressão, de usurpação e saque, de permanente humilhação por parte de Israel contra o povo palestino, de que, por exemplo, são testemunho as mais de 1500 crianças palestinas mortas pelas forças de Israel, somente após 2000.
    Condenamos a atitude cínica dos EUA que declarou uma vez mais que “Israel tem o direito de se defender” e a ambiguidade da União Europeia que, objectivamente, tomam o agressor como «vítima» e a vítima como «agressor».

    A escalada agressiva de Israel não pode ser desligada dos planos de domínio do Médio Oriente por parte dos EUA e seus aliados, com os quais tentam, por todos os meios, esmagar os povos que não se submetem às suas intenções e hegemonia, como aconteceu com o Iraque, a Líbia ou a Síria.



    A ACR expressa a sua solidariedade ao povo palestino e ao movimento pela paz em Israel, reafirmando a legitimidade da luta do povo palestino pelo seu direito à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e a um Estado independente, soberano e viável – única solução duradoura para a paz na região.

    A direcção



    EM DEFESA DO SNS-SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE


    EM DEFESA DO SNS-SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
    A Federação Nacional dos Médicos, que convocou o protesto para terça e quarta-feira, acredita que a greve terá uma grande adesão, na dimensão da "indignação" destes profissionais de saúde contra medidas do Governo que, acredita, estão a destruir o Serviço Nacional de Saúde.
    Médicos em greve prometem encher de batas brancas rua do Ministério da Saúde

    .Protesto convocado para terça e quarta-feira.

    A ACR está solidária com mais esta luta contra uma das mais valiosas conquistas da REVOLUÇÃO

    CARLOS DO CARMO, Associado da ACR , recebe justa distinção internacional.

    CARLOS DO CARMO, Associado da ACR,  recebe distinção internacional.

    A Associação felicita o seu associado Carlos do Carmo  pela sua distinção com um "Lifetime Achivement Grammy", considerando que este prémio reconhece o seu percurso artístico de 50 anos.


    Este galardão atribuído a Carlos do Carmo "distingue e reconhece a dimensão do seu percurso artístico que há 50 anos contribui para afirmar a música e a cultura portuguesa".
    Carlos do Carmo é o primeiro(*) artista português a receber um "Lifetime Achivement Grammy".
    O galardão, que será entregue no dia 19 de novembro no MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, no estado norte-americano do Nevada, distingue as carreiras que constituíram contribuições criativas de excecional importância artística.
    Em comunicado, a Latin Academy of Recording Arts and Sciences considera Carlos do Carmo, 74 anos, "um dos maiores fadistas do seu tempo", referindo que é filho da "lendária fadista Lucília do Carmo, que teve um papel importante na sua carreira, que se prolonga há mais de 50 anos".

    Vários especialistas e compositores consideraram "mais do que justa" a distinção do fadista Carlos do Carmo com um "Lifetime Achivement Grammy", um galardão que premeia carreiras de referência no panorama internacional.
    É exemplo disso o que disse à agência Lusa, António Vitorino d´Almeida :  "É mais do que justo e dá-me imensa alegria",acompanhante do fadista ao piano e autor de alguns temas do seu repertório. Para o maestro, Carlos do Carlos sempre mereceu uma consideração internacional: "Agora que a justiça foi feita é mais uma razão para me congratular com isso".  E, acrescentou, "nos tempos que vão correndo, poucas coisas nos dão tanta alegria como a justiça".   

    A direcção da ACR comunga desta ideia e compartilha da mesma alegria esta justa distinção que devia ser reconhecida por todos os portugueses e em particular pelas mais altas entidades nacionais.

    Parabéns Carlos do Carmo.Parabéns  pela afirmação da música e cultura portuguesa.
    (*)Elizabete Matos,cantora lírica terá também já recebido um Grammy.

    Feira do Livro de Évora - Apresentação do livro "Conquistas da Revolução"


     Apresentação do livro "Conquistas da Revolução", na Feira do Livro de Évora (Palácio de D. Manuel), dia 25 de Junho pelas 18.00h, com a participação de Manuel Begonha, Modesto Navarro e Batista Alves.








    Todos à manifestação promovida pela CGTP-IN no próximo dia 21 de Junho





    A concentração da Associação Conquistas da Revolução para a manifestação far-se-á às 15h, junto à Casa dos Bicos.

    Homenagem a Vasco Gonçalves e a Rosa Coutinho em Setúbal






    De novo os Valores de Abril de que Vasco Gonçalves e Rosa Coutinho foram grandes figuras de há 40 anos voltaram a marcar espaço, no sábado passado, na Cooperativa de Habitação Bem-Vinda a Liberdade, no Faralhão, em Setúbal, num almoço-convívio de homenagem ao único Primeiro-Ministro a quem os trabalhadores e o povo português trataram como “Companheiro”, “Camarada”.
    A iniciativa rememoriou as sucessivas deslocações àquela Cooperativa que se abeira dos Sapais de Mitrena de Vasco Gonçalves, Rosa Coutinho e José Casanova, escritor e então Director do Avante(e de outros capitães de Abril), no quadro da afirmação da solidariedade com Cuba promovida pelo Núcleo de Setúbal da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC), facto igualmente revivido pela leitura de poemas por duas das suas dirigentes locais, Odete Santos e Olinda Peixoto.
       Perante mais de 80 participantes, com forte presença de um outro núcleo setubalense, o da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), tomaram a palavra o Comandante Manuel Begonha, Militar de Abril, e José Casanova, respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Associação Conquistas da Revolução. Ambos repartiram o destaque a dar ao General e ao Almirante da Revolução do 25 de Abril, após uma introdução de Nuno Lopes, membro da Direcção. De permeio, também se falou de Álvaro Cunhal e Eugénio de Andrade, dos dias 11 a 13 de Junho de 2005 entre os quais ambos faleceram após Vasco.
       Manuel Vestias, Presidente da Junta de Freguesia do Sado, deixou uma saudação. Com dezenas de reformados, pensionistas e idosos, no âmbito da regular actividade daquele órgão autárquico, deslocara-se a uma terra, Peniche cujo simbolismo - o da resistência e luta antifascista - não deixava de se ligar ao Faralhão que abria de novo portas a quem resistiu e lutou.