Homenagem ao Coronel Manuel Duran Clemente





  «A Voz do Operário», recebe no Salão Multiusos desta Sociedade de Instrução e Beneficência, no próximo dia 22 de Fevereiro, um jantar de homenagem a Manuel Duran Clemente - «Capitão de Abril, autarca e associativista». e também associado às suas comemorações do 131º aniversário daquela prestigiada instituição.

As inscrições podem ser efectuadas através do telefone 218 862 155 ou para o Email geral@vozoperario.pt.



A Associação Conquistas da Revolução em reunião de Direcção, no passado dia 12 de Fevereiro congratulou-se e saudou esta justa homenagem ao membro da Direcção Manuel Duran Clemente.



1 de Fevereiro - Dia Nacional de Luta

 


A concentração da Associação Conquistas da Revolução para a manifestação far-se-á às 15h, na Praça do Município em Lisboa.

PROGRAMA DAS COMEMORAÇÕES DO 40º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL ...ABRIL É O FUTURO

PROGRAMA DAS COMEMORAÇÕES
DO 40º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL
ABRIL É O FUTURO

Este programa aprovado em AG de 18 e Abril de 2013 sofreu alterações aprovadas em AG de 22 de Novembro de 2013

Comemoramos Abril sempre!
E, este ano, é evocando o seu 39º aniversário que damos início às comemorações do aniversário que aí vem: o 40º – data certa, por isso a exigir celebrações especiais.
Fazemo-lo tendo presente nas nossas memórias, de forma impressiva, aquele dia 25 do ano de 1974 – Dia da Liberdade – bem como o processo revolucionário que se lhe seguiu e que, nascido da aliança Povo/MFA, viria a conduzir à construção da democracia mais avançada alguma vez existente em Portugal: democracia económica, política, social, cultural, amplamente participada e tendo como referência básica a independência nacional - a Democracia de Abril, como, muito justamente, lhe chamámos.
Fazemo-lo recordando a Revolução de Abril e as suas Conquistas que transformaram profunda e positivamente Portugal e foram ponto de partida para a materialização de um projecto que tinha como vector determinante o respeito pelos direitos e interesses dos trabalhadores, do povo e do País: a liberdade, os direitos sociais e laborais, a justiça social, as nacionalizações, a reforma agrária, a descolonização, a paz, a independência nacional – Conquistas que são o símbolo dos valores e dos ideais da Revolução de Abril e que continuam a afirmar-se, na situação actual, como setas apontadas ao Futuro.
Fazemo-lo sublinhando a importância histórica da Constituição da Republica Portuguesa que, aprovada em 2 de Abril de 1976, consagrou a Revolução de Abril e as suas Conquistas e continua a constituir, hoje - apesar de já submetida a sete revisões, cada uma delas roubando-lhe pedaços de Abril – uma relevante plataforma da luta em defesa dos valores de Abril.
Fazemo-lo nunca esquecendo e sempre denunciando o longo processo contra-revolucionário: o seu início; os seus objectivos; os seus protagonistas; os métodos a que tem recorrido; o seu ódio a Abril; o estado a que conduziu o País.
Fazemo-lo olhando com extrema apreensão, mas também com muita confiança, para a situação actual do País: uma situação dramática que, contudo, é necessário e possível superar.
Ao Portugal de Abril – momento mais luminoso da nossa história colectiva - sucedeu este Portugal sombrio, negro, gerado por 37 anos de política de sucessivos governos PS/PSD/CDS-PP: o Portugal do desemprego; da precariedade; dos roubos nos salários e nas reformas; dos
roubos nos direitos laborais e sociais; das injustiças sociais e do aumento do fosso entre pobres e ricos: da exclusão, da pobreza, da miséria e da fome; do afundamento da economia nacional; da venda a retalho da independência e da soberania de Portugal; do domínio absoluto do poder do grande capital nacional e transnacional sobre o poder político; de uma democracia precária, crescentemente carenciada de conteúdo democrático e trazendo-nos todos os dias à memória o tempo que «em Abril, Abril venceu».
É essa política da contra-revolução - executada nas últimas quatro décadas por quase uma vintena de governos da troika nacional, todos em frontal desrespeito pela Constituição da República, todos fora da lei Fundamental do País e, de há dois anos para cá, sob a batuta da troika ocupante - a única responsável pelo estado de desgraça a que Portugal chegou.
É essa política de ódio a Abril que urge derrotar e substituir por um política de sentido oposto, logo inspirada nos valores de Abril.
Por isso, comemoramos Abril. Por isso o comemoramos em luta. Com a firme convicção de que é nos valores de Abril - nas suas conquistas políticas, sociais, económicas, culturais, civilizacionais - que se encontra a solução para os muitos e graves problemas criados pelos governos e pela política da contra-revolução. Com a certeza de que a conquista de tal solução depende, no essencial, da luta dos trabalhadores e do povo.
Com os trabalhadores e o povo, com a intervenção organizada de todos os homens, mulheres e jovens identificados com os valores de Abril, conquistaremos um rumo novo para Portugal.
Abril vencerá! Porque Abril é o futuro.
Comemorações do 40º aniversário de Abril
A Direcção da ACR, com o apoio dos núcleos já existentes e a criar, promoverá, ao longo de 2013 e no decorrer de 2014, em vários pontos do País e, se possível, nas Emigrações, um ciclo de debates, conferências, colóquios sobre temas específicos relacionados com as Conquistas da Revolução:
- 25 de Abril – Liberdade;
- 1º de Maio – Dia do Trabalhador;
- a acção dos Governos Provisórios;
- Direitos Sociais e Laborais;
- Igualdade de Direitos;
- Nacionalizações e Controlo Operário;
- Reforma Agrária;
- Descolonização;
- Poder Local Democrático;
- Educação;
- Saúde;
- Habitação;
- Constituição de Abril
Ainda em 2013, concretizaremos outras iniciativas já programadas:
- Homenagem a Ramiro Correia;
- Realização do almoço comemorativo do 25 de Abril;
- Participação nas manifestações do 25 de Abril e do 1º de Maio;
- Romagem à campa do General Vasco Gonçalves;
- Realização de um espectáculo: «As Portas que Abril abriu» - homenagem ao Poeta da Revolução,
José Carlos Ary dos Santos.
- Sessão para divulgação de sócios de mérito da ACR (militares, políticos, intelectuais)
- Evocação de Álvaro Cunhal, no Centenário do seu nascimento.
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No ano de 2014 propomo-nos levar por diante:

- A participação da ACR em vários pontos do país e, se possível, nas emigrações, em debates, conferências, colóquios, sobre temas específicos relacionados com o 25 de Abril de 1974 e as conquistas da Revolução em iniciativas incluídas nas comemorações populares ou promovidas pela Associação;

-  Transmitir às camadas mais jovens, através de ilustrações ou outros meios, a história do 25 de Abril e o significado das conquistas alcançadas;

- A realização de um conjunto de iniciativas alusivas às lutas travadas pelos trabalhadores e pelo povo pouco antes do 25 de Abril de 1974;

- A organização de almoços e jantares de comemoração, por altura do 25 de Abril, em Lisboa e em todo o lado onde os núcleos locais tiverem possibilidade de o fazer;

- Homenagem a Ary dos Santos-poeta da revolução- no Porto,Coimbra, Setúbal e Beja (ou noutras localidades) em datas a designar;

-A publicação e lançamento do livro “Conquistas da Revolução” (previsto para Abril);

- A participação nas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio;

- Homenagem ao General Vasco Gonçalves (em Junho):
.              -romagem ao cemitério do Alto de S. João;
.              -publicação e lançamento do livro «Vasco» - construído na base de depoimentos de diversas personalidades.


- Realização do Congresso das Conquistas da Revolução (previsto para Outubro).

HOMENAGEM A ARY DOS SANTOS (reportagem)

HOMENAGEM A ARY DOS SANTOS

Auditório Municipal de Gaia                  Núcleo do Porto da ACR









A homenagem a   José Carlos Ary dos Santos-o poeta da revolução-  promovida pela ACR e seu núcleo do Porto,realizada no passado dia 10 de Janeiro,no auditório Municipal de Gaia, constitui mais uma grande manifestação de apreço dos valores de ABRIL e simultaneamente consolidam a homenagem ao 40º aniversário da data da LIBERDADE. 

O auditório esteve esgotado e o espectáculo foi um sucesso.

Para memória aqui deixamos algumas fotografias de reportagem. 

ÁLVARO CUNHAL-sócio de mérito da Associação

Na Assembleia Geral da Associação Conquistas da Revolução,do passado dia 23 de Novembro,foi atribuída a qualidade de sócio de mérito a Álvaro Cunhal ,por unanimidade e aclamação.Sucedeu a este acontecimento,na Casa do Alentejo, uma sessão pública de homenagem no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento e em conformidade com o nosso plano de actividades.

JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS - Homenagem

HOMENAGEM A ARY DOS SANTOS
Núcleo do Porto da Associação Conquistas da Revolução

No âmbito das comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril.

Auditório Municipal de Gaia dia 10 de Janeiro - 21h30

Entrada Gratuita

ARY DOS SANTOS Nucleo do Porto ACR

   


  A Associação Conquistas da Revolução, com a colaboração do seu núcleo do Porto, promove homenagem a:
           
            

JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS

no âmbito das comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril de 1974

Dia 10 de Janeiro - 21h30

no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia

Sessão pública com intervenções evocativas de canto, poesia e música.

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Convite/Entrada Gratuita


ACR BOAS FESTAS E NOVO ANO FELIZ

A DIRECÇÃO DA ASSOCIAÇÃO CONQUISTAS DA REVOLUÇÃO SAÚDA OS SEUS ASSOCIADOS E AMIGOS, DESEJANDO UM BOM NATAL E UM ANO DE 2014 COM MUITO ÂNIMO PARA CONTINUARMOS A LUTA NA DEFESA DAS CONQUISTAS DA REVOLUÇÃO.


Agradecemos e retribuímos a todos:  associados, organizações e individualidades que nos endereçaram iguais votos de BOAS FESTAS e desejos de um Melhor Ano Novo.Um ano que será o de comemorarmos com dignidade o 40º aniversário do 25 de Abril, novamente em luta, porque que nos anima prosseguir na defesa das nossas conquistas de Abril.

Abril vencerá.Porque Abril é o futuro.

ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO


O anúncio oficial dos últimos passos do plano para acabar com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo suscitou fortes protestos na opinião pública e resposta firme dos trabalhadores.

 Contestação ao fecho: crime e resistência.

·         A Associação Conquistas da Revolução, em reunião da sua direcção, de 12 de Dezembro, deliberou associar-se à luta contra a mais uma decisão governamental nociva dos interesses públicos relativamente ao encerramento dos ENVC e ao que o mesmo representa de descarado favorecimento do sector privado. Uma vez mais se confirma o pulsar dos desígnios deste governo a coberto duma política de alienação, a qualquer preço, dos pilares industriais mais significativos da nossa indústria e da nossa economia com total desprezo pelas consequências dos despedimentos de trabalhadores e enfraquecimento do bem-estar das famílias duma localidade e região.

·         Estranha-se que em 27 de Novembro passado, o Grupo Martifer tenha comunicado que iria assumir em Janeiro a subconcessão dos terrenos, equipamentos e infraestruturas dos ENVC, a troco de uma renda anual de 415 mil euros, até 2031, quando é conhecido  que a sua dívida é ainda maior do que os 300 milhões imputados ao passivo dos ENVC. Logo a promessa de prosseguir a actividade de construção e reparação naval e de criar 400 postos de trabalho em três anos só pode constituir um logro e mais uma falácia a que este governo nos vem habituando.


·         O facto é que a comunicação social foi célere em noticiar que o acordo da Martifer com o Governo previa que os mais de 600 trabalhadores dos Estaleiros seriam despedidos e que tal despedimento foi confirmado pelo ministro da Defesa aos representantes dos trabalhadores que se deslocaram a Lisboa.

·         A nível da U.E. o comissário da Concorrência, Joaquín Almunia, respondeu que o procedimento de investigação aberto a 23 de Janeiro continua em avaliação, pelo que não pode ainda tomar uma posição sobre se as verbas públicas atribuídas aos ENVC entre 2006 e 2011 (181 milhões de euros) se enquadram, ou não, nas normas do mercado interno.

·         A comissão europeia voltou a ser questionada no PE, por um lado, para saber se houve desenvolvimentos desde a resposta conhecida, por outro para averiguar se a Comissão Europeia “está disponível para apoiar um plano de viabilização dos ENVC, que permita a manutenção de todos os postos de trabalho e a concretização da actual carteira de encomendas, no quadro da manutenção do carácter público da empresa”.


·         O Governo, pela boca do ministro Aguiar-Branco, anunciou que mais de 30 milhões de euros serão destinados a pagar «acordos» para o despedimento dos trabalhadores. Fez até saber que será garantido o subsídio de desemprego. Mas, desde 2012 e até há poucos meses, alegou falta de dinheiro para recusar um financiamento de 13 milhões de euros, necessários para adquirir matéria-prima e dar andamento ao contrato de construção de dois navios asfalteiros para a venezuelana PDVSA.

·         Há muito se tem vindo a denunciar as intenções que apontam a destruição dos ENVC como opção política e ideológica dos últimos governos. Alguns deputados exigiram chamar o ministro e a administração à comissão de Defesa e apelar à necessária luta, para defender os ENVC como empresa pública, bem como os postos de trabalho, os direitos dos trabalhadores e a capacidade produtiva do País.

·         Todos os dias têm sido de luta pela defesa daquela importante unidade industrial e igualmente todos os dias tem sido derrubada a argumentação esgrimida pelo Governo e são exigidas responsabilidades por quem esteve à frente dos estaleiros e do poder político nas décadas mais recentes da sua história de 69 anos.

·         Por isso em plenário de trabalhadores estes reafirmaram a determinação de resistir à liquidação e foi marcada uma grande acção de luta, envolvendo trabalhadores, familiares e a população, em geral,  para  o dia 13 de Dezembro. Devendo,desde já, ser rejeitado qualquer «acordo» de rescisão do contrato de trabalho. A indemnização de que o Governo fala representa o mínimo legal a pagar em caso de despedimento colectivo, mas para este é exigido um período até 75 dias de antecedência.

·         Decorre a recolha de assinaturas para uma petição, a fim de colocar os ENVC em discussão no plenário da Assembleia da República.
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Pelo que acabamos de expor além da solidariedade da Direcção da ACR apelamos a todos os nossos associados a participação e solidariedade com esta justa luta dos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana de Castelo que é também uma luta de todos nós.

Associação das Conquistas da Revolução
12 de Dezembro de 2013



NELSON MANDELA

Faleceu Nelson Mandela.Continua entre nós!

Perante o falecimento de Nelson Mandela, a Associação Conquistas da Revolução solidariza-se na dor e no profundo pesar, com a família e com o povo da África do Sul  pela perda do   líder histórico da luta contra o inqualificável e criminoso regime do apartheid e a favor da liberdade, da democracia, da justiça e do progresso social.

Nelson Mandela desde muito jovem dedicou a sua vida à luta contra o brutal regime opressor do apartheid Sul Africano. Em 1942 começa a frequentar reuniões do Congresso Nacional Africano (ANC) .É um dos fundadores da Liga da Juventude do ANC em 1944. Em 1962, quando actuava na clandestinidade como membro do movimento Umkhonto we Sizwe, na sequência do massacre de Sharpeville e da ilegalização do ANC, Nelson Mandela é preso, acabando por ser condenado a prisão perpétua. Em 1985 recusa a proposta, do então presidente sul-africano, de em troca da renúncia à luta armada poder sair da prisão. Em 1990, após 28 anos de prisão, e ao fim de uma longa luta pela sua libertação por parte do povo da África do Sul e de movimentos de solidariedade e organizações progressistas de todo o mundo, Nelson Mandela é, finalmente, libertado e contribuí para o fim do iníquo regime de apartheid no ano seguinte. Em 1994, Mandela é eleito Presidente da África do Sul, nas primeiras eleições livres realizadas nesse país. Assinale-se que apenas em 2008 Mandela é retirado da lista das personalidades consideradas terroristas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América. E que a própria direita portuguesa, chefiada por Cavaco Silva, teve o arrojo de votar ao lado dos que haviam mantido essa vergonhosa situação.
A ACR  lembra, como também em Portugal, foi activa a solidariedade para com o povo da África do Sul e a luta anti-apartheid, através das forças e organizações políticas progressistas e muito particularmente do "Movimento Português Contra o Apartheid" de que o Conselho Português Paz e Cooperação é, e foi  dinamizador, e que, se empenhou na organização da iniciativa de boas-vindas a Nelson Mandela aquando da sua visita, há exactamente dez anos  ao nosso País, em Outubro de 1993.
Destacaremos para sempre o exemplo de coragem, coerência, determinação e luta de Nelson Mandela continuará vivo em todos aqueles que desejam e agem em prol de um Mundo mais justo, livre e de progresso e paz.
Até sempre Madiba. Os heróis nunca morrem.
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* Madiba -- título carinhoso atribuído a Nelson Mandela que deriva do seu nome no clã Xhosa.


INDIGNAÇÃO E LUTA


          CONTRA UM ORÇAMENTO DE MENTIRA E DE EMPOBRECIMENTO

ASSEMBLEIA GERAL DA ACR [dia 22 de Novembro]


ASSEMBLEIA GERAL DA ACR  [dia 22 de Novembro]

*A Assembeia Geral aprovou o Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2014

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25 de Novembro---Causa e efeito



(Tutela estrangeira; Indigência nacional)

      Evocar neste ano de 2013, a efeméride do 25 de Novembro de 1975 é uma ideia (iniciativa?) que só pode ter saído da cabeça de um dos múltiplos militares que ainda disputam a "glória" de terem sido os "verdadeiros" chefes do golpe e os salvadores da Pátria. Alguém que ainda considera, na situação actual de indigência e tutela estrangeira, a efeméride digna de celebração. De aplauso, em suma.
     Esse alguém, militar ou civil, deve compreender que reivindicar, nesta precisa contingência nacional, a conspiração vitoriosa e o golpe contra-revolucionário do 25 Novembro 75, estabelece assim um laço da Causa a Efeito.
      E com isso, com esse ponto de vista, eu concordo inteiramente. Aliás tenho defendido essa tese em muitos e variados textos escritos ao longo dos 38 anos passados.
      Resumindo: o 25 Novembro foi um golpe contra-revolucionário cujo objectivo último (estratégico) era, exactamente, aquele que está sendo levado a cabo pelo governo em exercício: a destruição das conquistas populares da Revolução de Abril, o retrocesso de Portugal a um modelo de sociedade neo-conservador do tipo filofascista.
      Responsáveis máximos pelo 25 de Novembro - como Vasco Lourenço, Mário Soares e outros - aparecem agora como radicais esquerdistas, incitando à revolta e até à violência. Francamente: não dá para acreditar na nova demagogia desses velhos conspiradores contra-revolucionários, reféns do imperialismo capitalista. Trata-se duma provocação? Tenham juízo, poupem-nos. Ninguém pode -nem deve- levar-vos a sério.

                              João Varela Gomes –Coronel Ref.(Associado ACR)              23.11.2013                     

PROGRAMA DA EVOCAÇÃO A ÁLVARO CUNHAL


A Assembleia Geral da Associação aprovou neste mesmo dia ,por unanimidade e aclamação, a proposta da direcção que tornou  "sócio de mérito" da ACR, ÁLVARO CUNHAL.





18h45- Visita da exposição sobre Álvaro Cunhal, no átrio de entrada, organizada pela Casa do Alentejo.
19h00-Abertura da sessão pela Direcção da ACR.
19h05-Intervenção do representante da Comissão Promotora do Centenário.
19h15-Intervenção de evocação ao homenageado pelo Vice-Presidente da ACR.
19h30-Leitura intercalada de:
-poemas de Ary dos Santos, Manuel Gusmão, Mário Castrim e Eugénia Cunhal;
-depoimento de Luís Francisco Rebelo.
-textos de Álvaro Cunhal sobre o”regime fascista”, “a revolução de Abril”, “a contra-revolução”, “arte e a liberdade” e “o ideal comunista”;

Homenagem a ÁLVARO CUNHAL




A Associação Conquistas da Revolução presta homenagem a ÁLVARO CUNHAL, por ocasião do centenário do seu nascimento, no próximo dia 22 de Novembro, pelas 19h00 na Casa do Alentejo.
Apresentaremos oportunamente o programa.
Participe.
Saudações.